XD Classificados Facebook Twitter

Esportes

imagem

Transporte Escolar & Universitário Xerém Caxias & Petrópolis

Transporte.

imagem

Consultório Veterinário Pet Shop

imagem

Relojoaria Kênia

CONSERTOS DE RELÓGIOS EM GERAL.

imagem

Vera Noivas


Esportes

foto

Samara Costa E Tarciane Santos, Jogadoras Do Fluminense

Foto: Agência O Globo

Atacada com fogo na infância, zagueira vê novo horizonte no Fluminense


Há 10 anos, um evento traumático quase afastou Tarciane dos Santos dos gramados. Na época do seu primeiro contato com a bola, num campinho em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, um menino mais velho pôs fogo num jornal e jogou nas costas da menina, então com 5 anos. Salva pela mãe e com queimaduras em algumas partes do corpo, a garota deixou o futebol de lado. Só por um tempo. O talento nato a trouxe de volta. E, agora, ela se prepara para vestir a camisa do Fluminense nos campeonatos de base e no time profissional.

Apesar da pouca idade, a adolescente é um dos destaques entre as 120 meninas escolhidas para os três times de base e o principal formados pelo tricolor para se adequar às novas exigências da CBF e da Conmebol. Do alto dos seus 1,80m, a zagueira se impõe pelo porte e pela técnica que a levou ser convocada para a seleção sub-17, do técnico Luizão, ano passado. Porém, ficou de fora da equipe que foi ao sul-americano da categoria no fim de 2018.


O trauma de infância ficou para trás — ela sequer se lembra dos motivos da agressão. A imaturidade tem sido a pedra no sapato. Aos 11 anos, quando chegou ao projeto “Daminhas da Bola”, em Duque de Caxias, que fechou a parceria com o tricolor em dezembro passado, a marra da menina era proporcional ao seu tamanho.

— Era muito marrenta. Agora não sou mais — afirma Tarciane, que, por causa do projeto, ganhou uma bolsa numa escola particular em Duque de Caxias, onde fará o último ano do ensino fundamental.

Não foi apenas o amadurecimento natural que mudou a adolescente. A fundadora do projeto, Thaissan Passos, tomou as rédeas e baixou a bola da menina. Assim como seu irmão, que também era zagueiro e parou de jogar aos 20 anos: “Ele via meus jogos e me enchia o saco por causa do posicionamento”.

O pulso firme da técnica deu certo. Poderia ter afastado a menina. Mas, ao contrário, a fez ganhar uma segunda família. A casa de Thaissan tornou-se pouso certo após as aulas e aos treinos. A mãe da ex-goleira do Fluminense virou avó.

— Eu me achava melhor do que todo mundo. Achava que estava por cima das outras meninas por ter sido chamada para seleção. Ela me deu uns puxões de orelha e aprendi que não sou melhor do que ninguém. Com a minha marra não vou chegar a lugar nenhum. Tenho apenas que ser melhor do que eu mesma, sempre.

Apesar de ter ganhado uma “filha”, Thaissan não fez distinção na hora de escolher as meninas que vão representar o Fluminense este ano nas competições estaduais e nacionais.

Fundadora do projeto, a ex-jogadora e professora de educação física coordenou as peneiras realizadas em Xerém e nas Laranjeiras. Mais de 1.400 meninas de todo o país, de idades diversas, participaram. Entre elas, Tarciane, que foi uma das 120 escolhidas — outras meninas do projeto também vão integrar os times.

Num dos domingos de peneira, nas Laranjeiras, ela pôde sentir o que a espera. Arquibancadas lotadas e nomes gritados pela torcida — em boa parte parentes.

Mas vai ter gente experiente ao seu lado, já que, mesmo com 15 anos, estará no time principal. A atacante Samara Melo, de 25 anos, de Rio Bonito, estará lá para passar a experiência de quem encontrou no futebol o futuro. Pós-graduada em treinamento funcional, achava que dentro de campo seu tempo tinha acabado:

— Agora é meu plano, mas não vou largar a profissão.

A novidade para as duas será a estrutura de treinos e competições. As meninas vão se preparar num terreno em Xerém, próximo ao CT da base, e, de vez em quando, na sede. Terão contrato de amador, no profissional, e de formação. Vão usar o mesmo uniforme dos homens — exatamente o mesmo, pois não haverá versão feminina.

—É muito gratificante, pois passamos por muitas coisas. Fomos para o torneio da Conmebol, pelo Flu, e me perguntaram por que eu estava tão feliz. Respondi que agora tínhamos uniforme, camisa, meião... Falaram que éramos um projeto e não chegaríamos a lugar nenhum. Agora somos o Fluminense — diz Tarciane.

Fonte: Tatiana Furtado/extra.com

07 de Fevereiro de 2019

09:39:14

compartilhe

Contador: 000057

imagem

Irã Rodrigues Forro Em Pvc

Deixe sua casa.

imagem

Corretora De Imóveis Joice Duartes

Quer comprar ou alugar uma casa.

imagem

Phoenix Cell

Concerto e Desbloqueio.

imagem

Sítio São José

LONGE DA CONFUSÃO DA CIDADE.