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Daniel Oliveira, Coordenador Dos Cursos De Ti Da Unigranrio Com Alunos Premiados

Foto: Cléber Júnior / Extra

Alunos da Unigranrio, em Caxias, desenvolvem soluções para saúde pública da Baixada em maratona


Se depender dos alunos da Unigranrio, em Duque de Caxias, a saúde na Baixada Fluminense vai ganhar em tecnologia e informação. É que um grupo de estudantes da instituição apresentou soluções inovadoras para a área, durante o primeiro Hackathon universitário, uma maratona de 24 horas ininterruptas, que aconteceu no último fim de semana.

Informações online para gestantes e parturientes, um sistema para avaliar hospitais e um aplicativo que orienta sobre tudo que pode cortar o efeito de um anticoncepcional. Foram as ideias vencedoras do Hackathon. A palavra é uma junção dos termos “hacker” e “marathon”. O tema proposto para a primeira edição foi com base nas informações do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Baixada Fluminense (Cisbaf/2018), sobre o deficit de sete mil leitos hospitalares e apenas três grandes hospitais na região.

— A Unigranrio tem uma pegada forte na área da saúde. Pesquisamos que esse tema na região é recorrente e é uma área ampla para se pensar novas ideias — explicou Daniel de Oliveira, coordenador dos cursos de Tecnologia da Informação na universidade.

Os trabalhos foram avaliados por uma comissão formada por especialistas da saúde pública e empresários da região. A ideia é que os projetos possam ser incubados.

O primeiro lugar foi da equipe #BioMarx, a única que não foi formada por alunos de cursos de TI. Dos cursos de Biologia e Serviço Social surgiu o protótipo “Cegonha online”, com contatos das maternidades e unidades de emergência da região, informações sobre pré-natal, direitos da gestante, importância do parto humanizado e alerta sobre violência obstétrica.

— O objetivo é articular uma rede de serviços da Baixada, garantir e viabilizar direitos e promover acesso à informação clara e objetiva para essas mães — destacou Fabrícia Valentim, do 8º período de Serviço Social, uma das integrantes da equipe.

A equipe Papa-Tudo criou o Hospital-Score, para avaliar os hospitais da Baixada. O paciente vai fornecer sua localização pelo GPS e encontrar a unidade mais próxima, além de saber a pontuação do hospital em diferentes categorias.

— A pessoa procura o hospital e não tem vaga. Pela ferramenta, vai saber se ele está cheio — explica Felipe José Cruz, de 20 anos, aluno de Sistemas de Informação.

O paciente alimenta o aplicativo, dando notas aos serviços. O sistema monta um ranking com hospitais da região, disponibilizado nas redes sociais e entregue a governantes.

Já a equipe Piratas do Grande Rio desenvolveu um aplicativo para uso e controle dos anticoncepcionais, informando os agentes que cortam o efeito e as contraindicações.

— É um ferramenta fácil de usar. A pessoa informa se tomou o remédio, se passou o dia bem e recebe informações, caso o efeito tenha sido cortado por algum agente — explica Matheus Caxéro, do curso de Sistemas de Informação.

Fonte: Cintia Cruz / Extra Online

06 de Dezembro de 2018

10:45:59

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